sexta-feira, 30 de outubro de 2020

ÁGUA É GUE NÃO!

 

Abigos do baduro dindo, do berde brango, do balhete e unidos à bipa em geral,

Zei gue esdamos a adravezar um beríodo mau brás golheitas brogue em bez de zerem à vase de uvas zão à vase de monco do nariz. Tamém num é vom isdo de uzar másgaras na rua brogue dá muida falda de ar. Velizmende resolvi o vrovlema. Ando zembre gom a másgara enchargada em reserva carbalho ferreira, gué uma aguardende que ajuda vasdande a resbirar brogue avre os vrônguios e dá voa disbozizão geral. Tamém num é nada vom num ze poder mudar de conzelho brogue o tasco do tone manco figa em Perozinho guaze a chigar a Serzedo. Velizmende tamém já resolvemos. O tone mandou bir uma bipa de dão meia engosta gué um esbectágulo. Ora, gomo é um esbectágulo, deu-nos bilhedes para irmos lá bê-lo esde vim de semana e já num há vrovlema. O bior de tudo é gos amariganos da nassa bieram agora dezer gue desgobriram água na Lua. Zinzeramente num agredito; eu zempre que abanhei a nassa nunga desgobri água, voi zempre binho e do vom gue no tasco do tone num endram zurrabas.

Dende guidado e condinuai a matar o bixo à golada gué também uma voa maneira de não deixar as garravas ganhar borra.

Desde gue se azina

Zé ramadaz

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